
A FecomercioSP projeta que o turismo nacional deve faturar R$ 300 bilhões em 2026. A Braztoa já bateu recorde histórico em 2025, com R$ 23,96 bilhões movimentados — o terceiro ano seguido de crescimento — e as agências de viagens respondem por 80% de todas as vendas das operadoras. O mercado está maior do que nunca. A pergunta não é se existe demanda, é se sua agência tem estrutura pra captar a fatia que já é dela.
Enquanto muita gente ainda repete o discurso de que “o mercado de agências está morrendo”, os números contam uma história completamente diferente. 2026 está desenhado pra ser um dos anos mais fortes já registrados pelo turismo brasileiro — e quem entende esses números primeiro sai na frente.
R$ 300 bilhões: o tamanho da oportunidade em 2026
A projeção da FecomercioSP é direta: o turismo nacional deve movimentar R$ 300 bilhões neste ano. Esse número não é uma estimativa otimista isolada — ele confirma uma tendência que já vinha se desenhando nos últimos anos e reforça que o setor está em plena expansão, não em retração.
Pra qualquer agência de viagens, esse dado muda a pergunta que deveria estar sendo feita. Não é “o mercado ainda comporta o meu negócio”, é “o que preciso ter pronto pra capturar minha fatia desse crescimento antes que ele vire faturamento de outra agência”.
Braztoa confirma: recorde histórico e terceiro ano seguido de alta
Os dados da Braztoa deixam ainda mais claro que isso não é um ano isolado de sorte: as operadoras associadas movimentaram R$ 23,96 bilhões em 2025, um recorde histórico e o terceiro ano consecutivo de crescimento. Ou seja, o setor não está apenas se recuperando de algum tropeço passado — está em uma trajetória sustentada de expansão.
E dentro desse recorde tem um dado ainda mais relevante pra quem trabalha na ponta: as agências de viagens respondem por 80% de todas as vendas das operadoras. Isso significa que a grande maioria desse dinheiro passa, obrigatoriamente, pela mão de um agente — pela conversa no WhatsApp, pela cotação, pelo atendimento. O mercado está crescendo e ele precisa de agências pra funcionar.
Mercado maior não é sinônimo de vitória automática
É tentador ler esses números e assumir que basta esperar o crescimento acontecer. Mas um mercado maior também significa mais concorrência disputando a mesma atenção do viajante — e mais volume de conversas chegando pra quem já vende bem. Sem estrutura, o crescimento do mercado vira apenas mais trabalho manual acumulado, não necessariamente mais faturamento.
É aqui que conversas sobre cotações esquecidas e sobre depender de improviso em vez de processo deixam de ser só um problema teórico e passam a ter um custo real: cada viajante mal atendido num mercado de R$ 300 bilhões é receita que vai direto pra concorrência que respondeu mais rápido e organizou melhor a negociação.

O que fazer com esses números na prática
Os dados de 2026 mostram um mercado aquecido, em expansão e altamente dependente das agências pra fechar a ponta da venda. Isso é uma boa notícia — mas só se transforma em resultado pra quem tem capacidade de responder rápido, organizar as cotações em andamento e não deixar negociação esfriar por falta de sistema. Crescimento de mercado favorece quem já está com a casa organizada pra recebê-lo.
Perguntas frequentes
De onde vêm esses números de R$ 300 bilhões e R$ 24 bilhões?
O R$ 300 bilhões é uma projeção da FecomercioSP para o turismo nacional em 2026; o R$ 23,96 bilhões é o valor movimentado pelas operadoras associadas à Braztoa em 2025, segundo dados divulgados pela própria associação.
Esse crescimento vale só pra operadoras grandes ou também pra agências pequenas?
As agências de viagens, de qualquer porte, respondem por 80% das vendas das operadoras — o crescimento do setor passa diretamente pela ponta de atendimento, que é onde a agência pequena atua.
Um mercado maior significa que fica mais fácil vender?
Não necessariamente — significa mais demanda, mas também mais concorrência pela atenção do viajante. Quem tem processo organizado converte mais dessa demanda; quem não tem, perde fatia pra concorrência.
Como uma agência pequena se prepara pra captar parte desse crescimento?
Organizando o atendimento e o acompanhamento de cotações para não perder negociações por falta de resposta ou de follow-up — o gargalo mais comum não é falta de demanda, é falta de sistema pra atender a demanda que já existe.
