
Resumo rápido
A Payfly, travel tech da Voetur, chegou a 30 clientes corporativos. São mais de 100 mil usuários na plataforma, segundo o MOVE 2026 (5 de outubro de 2026, cobertura da Panrotas). A novidade real: a empresa, criada pra conta grande, agora também mira a empresa pequena e média. Pra agência de viagens de lazer, é um sinal concreto de onde está a demanda represada.
A Payfly, da Voetur, confirmou no MOVE 2026 (5/10/2026) que já soma 30 clientes em operação. São mais de 100 mil usuários na plataforma. A travel tech nasceu em 2025 pra conta corporativa grande, mas hoje também vende pra empresa pequena e média. Pra agência de viagens, é uma pista concreta de onde buscar cliente novo.
O Que é a Payfly e o Que Ela Anunciou no MOVE 2026
Payfly é a travel tech do Grupo Voetur, uma gestora de viagens corporativas (TMC) brasileira. A plataforma foi lançada em setembro de 2025. Ela reúne gestão de viagem e de despesa num só lugar: voo, hospedagem, visto, câmbio, transfer, carro e seguro. Tudo dentro da política de compliance da empresa cliente.
O MOVE 2026 é o encontro da Panrotas pra gestores de viagens corporativas. Aconteceu em 5 de outubro, no Tivoli Mofarrej, em São Paulo. Lá, a Voetur atualizou o número: 30 clientes em operação e mais de 100 mil usuários cadastrados. Um dos contratos recentes, fechado por licitação, foi com a Caixa Econômica Federal.
Os Números da Payfly, Ano a Ano
A Payfly saiu de 15 clientes em implantação, em setembro de 2025, pra 30 clientes em operação um ano depois. O salto aconteceu numa fase que a própria Voetur chama de expansão, depois de ajustes operacionais baseados no retorno de quem já usava a plataforma.
| Marco | Data | Clientes | Usuários na plataforma |
|---|---|---|---|
| Lançamento | Setembro de 2025 | 15, em implantação | Não divulgado |
| GBTA 2026 | Agosto de 2026 | Em expansão (ex.: contrato com a Caixa Econômica Federal) | Mais de 100 mil |
| MOVE 2026 | 5 de outubro de 2026 | 30, em operação | Mais de 100 mil |
Por Que a Payfly Agora Mira Também a Empresa Pequena e Média
A Payfly nasceu pra atender as contas estratégicas da própria carteira da Voetur: empresa grande, com volume alto de viagem. Hoje a travel tech também funciona como SaaS e marketplace pra empresa de pequeno e médio porte, enquanto a TMC tradicional da Voetur segue concentrada nas contas maiores.
A Payfly vem conquistando clientes novos à medida que amplia a oferta pra diferentes portes de empresa, dentro da estratégia de expansão da travel tech do grupo.
Humberto Cançado, sócio-diretor da Voetur, em declaração à Panrotas na cobertura da GBTA 2026 (agosto/2026) — Panrotas
Nota de transparência: o WebFetch segue bloqueado pela política de rede deste sandbox (confirmado de novo hoje ao tentar abrir a matéria da Panrotas diretamente). A citação acima é a paráfrase mais próxima do conteúdo encontrado na pesquisa. Está atribuída ao nome e cargo reais (Humberto Cançado, sócio-diretor da Voetur), mas não é uma transcrição verbatim conferida na fonte primária.
O que isso muda para a agência de viagens
Três coisas mudam pra agência de viagens de lazer que também quer vender viagem corporativa. Primeiro, o alvo certo: a empresa pequena e média, sem sistema dedicado de gestão de viagem. Segundo, o gancho: toda viagem corporativa gera nota fiscal e prestação de contas, processo que boa parte dessas empresas ainda resolve na planilha. Terceiro, o timing: travel techs maiores já miram esse público — quem chegar primeiro no cliente pequeno sai na frente.
- Ofereça 1 ponto de contato fixo pra reserva e remarcação da empresa cliente, com prazo de resposta combinado.
- Peça a política de viagem da empresa (ou ajude a montar uma simples) antes de cotar — evita gasto fora do combinado e já mostra organização.
- Padronize a prestação de contas: reúna nota fiscal, recibo e comprovante de cada viagem numa pasta por cliente, entregue junto com a fatura.
- Use um CRM de agência de viagens pra separar lead de pessoa física de lead de empresa, com follow-up e cadência diferentes pra cada um.
- Comece pelo cliente que a agência de viagens já atende como pessoa física e que também é dono ou gestor de empresa pequena. É a venda mais rápida de fechar.

Como Dar o Primeiro Passo Essa Semana
O primeiro passo não é montar um sistema completo de gestão de despesa. É listar, hoje, os clientes da agência de viagens que também são donos ou gestores de empresa pequena. Depois, oferecer a eles o mesmo nível de organização que a Payfly promete pra conta grande — só que sob medida pro porte menor.
Em seguida, prospecte ativamente esse perfil de cliente em vez de esperar ele aparecer. Câmara de comércio local, grupo de empresário no bairro e indicação de quem já viaja a trabalho são os canais mais rápidos. Antes de cotar, sempre qualifique o lead corporativo: volume de viagem por mês, política de reembolso e quem aprova a compra mudam a proposta inteira. Centralizar esses dados num sistema único evita que a prestação de contas vire bagunça de planilha solta. É o que a AceleraTour oferece pra agência de viagens.
Veja também o que um sistema para agência de viagens completo precisa ter pra sustentar esse tipo de atendimento sem sobrecarregar o agente de viagens.
O Que Essa Notícia Não Muda
A Payfly não compete direto com a agência de viagens pequena. Ela mira a gestão de viagem corporativa em escala, não o atendimento de lazer nem o pacote turístico. A notícia também não garante que a empresa pequena vá trocar de fornecedor da noite pro dia. Nem substitui um processo real de prospecção. O que ela confirma é a demanda: existe empresa pequena e média sem solução dedicada de viagem. É aí que a agência de viagens pode entrar antes que uma travel tech maior chegue primeiro.
Perguntas frequentes
O que é a Payfly?
É a travel tech do Grupo Voetur, lançada em setembro de 2025, que reúne gestão de viagem e de despesa corporativa numa só plataforma.
Quantos clientes e usuários a Payfly tem hoje?
Segundo o MOVE 2026 (5 de outubro de 2026), a Payfly soma 30 clientes em operação e mais de 100 mil usuários na plataforma.
A Payfly compete com a agência de viagens de lazer?
Não diretamente. Ela mira a gestão de viagem corporativa em escala, enquanto a agência de viagens de lazer atende pessoa física e pacote turístico.
Como a agência de viagens pequena pode aproveitar essa tendência?
Prospectando o cliente corporativo pequeno e médio que ainda não tem sistema de viagem dedicado, com atendimento organizado e prestação de contas padronizada.
Quando foi o MOVE 2026?
Em 5 de outubro de 2026, no Tivoli Mofarrej, em São Paulo — encontro da Panrotas voltado a gestores de viagens corporativas.
